- O HOMEM CUJA ORELHA CRESCEU- Estava escrevendo, sentiu a orelha pesada. Pensou que fosse cansaço, eram 11 da noite, estava fazendo hora-extra. Escriturário de uma firma de tecidos, solteiro, 35 anos, ganhava pouco, reforçava com extras. Mas o peso foi aumentando e ele percebeu que as orelhas cresciam. Apavorado, passou a mão. Deviam ter uns dez centímetros. Eram moles, como de cachorro. Correu ao banheiro. As orelhas estavam na altura do ombro e continuavam crescendo. Ficou só olhando. Elas cresciam, chegavam a cintura. Finas, compridas, como fitas de carne, enrugadas. Procurou uma tesoura, ia cortar a orelha, não importava que doesse. Mas não encontrou, as gavetas das moças estavam fechadas. O armário de material também. O melhor era correr para a pensão, se fechar, antes que não pudesse mais andar na rua... A PROFESSORA PEDIU QUE A PARTIR DESSE TRECHO, CRIÁSSEMOS UM DESFECHO, PODENDO SER TRÁGICO OU COMICO. Não deu uma quantidade de Linhas.
- Para a elaboração da nossa segunda produção Textual, é necessário que todos ouçam a música de Gilberto Gil, DOMINGO NO PARQUE, depois de ouvida façam uma NOTÍCIA DE JORNAL SOBRE O OCORRIDO NA MÚSICA.
Vou ficando por aqui, espero que esses posts venham ajudando vocês, sempre vou está aqui publicando as produções textuais que a a professora DENISE CABRAL, for trabalhado.
Bye, bye.
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